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Nossa Cidade

Campinas ganha cinco novas obras do programa “Saúde em Ação”

Campinas receberá cinco novas obras do programa “Saúde em Ação”. O prefeito Jonas Donizette participou na manhã desta quarta-feira, 2 de agosto, do anúncio de início das obras feito pelo governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, no Parque Itália, no terreno onde serão construídos o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) e o CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas). Além do AME e do CAPS, terão início as obras dos Centros de Saúde Florence, do DIC VI e do Satélite Iris II.

“Saúde é a prioridade das prioridades. Está entre as três maiores preocupações das grandes cidades. Como parte do programa “Saúde em Ação” estamos recebendo, ao todo, 22 unidades de saúde, sendo construções novas e reformas. Em Campinas, 70 mil pessoas deixaram de ter plano de saúde e na região são 130 mil. Importante destacar que as cidades polo, como Campinas, também absorvem a demanda de saúde da região”, disse o prefeito Jonas Donizette.


O prefeito ressalta a importância do fortalecimento da saúde básica. “No Brasil, muita gente ainda procura diretamente os hospitais”.

Campinas terá o AME Mais, que será o maior do Estado, com 30 especialidades e leitos cirúrgicos para cirurgias ambulatoriais (de um dia), diagnósticos por imagem, exames, entre outros. Serão investidos R$ 43 milhões na construção do AME e do CAPs.

O governador Geraldo Alckmin também anunciou o início das obras de dez unidades básicas de saúde na região, sendo três em Campinas. “Além de construir as unidades, equipamos, informatizamos e capacitamos os profissionais de saúde. Está tudo incluído no programa Saúde em Ação. Teremos aqui em Campinas o AME Mais, o maior do Estado, que atenderá especialidades e será um hospital dia, para pequenas cirurgias, nos quais os pacientes podem sair no mesmo dia”, disse o governador.

O prazo de execução do AME é de 18 meses. O CAPS e os centros de saúde devem ser concluídos em 12 meses

Sobre o “Saúde em Ação”

O programa “Saúde em Ação” é uma parceria entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o governo do Estado de São Paulo. Em Campinas, o programa prevê a construção de 12 novos prédios e dez reformas. A cidade receberá investimentos de R$ 104 milhões em reformas, construções, equipamentos e treinamentos.
Campinas

Em Campinas estão previstas, no total, como parte do programa “Saúde em Ação”, 22 obras, sendo 12 novos prédios e 10 reformas. Desses, já foram iniciadas três construções, a dos Centros de Saúde Satélite Íris I, Perseu Leite de Barros e Santos Dumont. Além dos anúncios desta quarta-feira, ainda estão previstas as construções dos Centros de Saúde, São Cristóvão, Nova América, Esmeraldina e Boa Vista.

Com relação às reformas, o programa “Saúde em Ação” prevê mais nove obras em unidades municipais: nos Centros de Saúde Integração, Aeroporto, São José, Ipaussurama, São Quirino, Parque Floresta, Jardim Conceição e Costa e Silva, além do CAPS Integração (Noroeste). A 10ª reforma é o prédio estadual da Diretoria Regional de Saúde 7, já concluído e entregue.

Na RMC

Também foram anunciadas sete novas obras de clínicas na Região Metropolitana de Campinas (RMC): duas em Paulínia, uma em Cosmópolis, uma em Sumaré, uma em Santa Bárbara D’Oeste, uma em Hortolândia e uma em Indaiatuba.

Além da RMC, o programa também vai contemplar as regiões do Vale do Jurumirim, Vale do Ribeira, Itapeva/Sorocaba e litoral norte. No total, o “Saúde em Ação” receberá investimento de R$ 826 milhões e prevê 165 obras de construção e reformas de centros de saúde, hospitais, ambulatórios de especialidades e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O maior objetivo é fortalecer a atenção básica.

O programa vai modernizar e articular a rede de saúde e capacitar os profissionais por meio das linhas de cuidados desenvolvidas a partir de um estudo da Secretaria de Saúde do Estado, que levou em conta indicadores de saúde, econômicos e sociais, e definiu as prioridades de atendimento nas regiões contempladas.

Do total a ser investido no programa “Saúde em Ação”, 70% são provenientes do BID e 30% são de recursos do Estado.

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