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Caso grave de técnica de enfermagem é alerta sobre Covid-19 em jovens

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“Para todos nós é uma grande alegria ela ter se restabelecido”, comemorou o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, referindo-se à alta hospitalar de Nicoli Iara Santos Mota, de 24 anos, da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Ouro Verde. Técnica de enfermagem, a jovem deixou o hospital na tarde de ontem, 6 de maio, após ter ficado 29 dias em estado grave e vencer a Covid-19. A alta foi especial porque Nicoli faz parte da equipe da própria UTI do hospital onde foi atendida.

O prefeito ressaltou, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, nesta quinta-feira, 7 de maio, que a vitória de Nicoli é uma boa notícia porque ela teve alta após uma longa permanência na UTI, mas também é motivo de alerta para a população de que é necessário manter o isolamento social, usar máscaras de proteção, evitar aglomerações e manter hábitos de higiene que evitem a propagação do coronavírus. A técnica de enfermagem tem apenas 24 anos e não tinha doenças anteriores, as chamadas comorbidades.


O diretor da Rede Mário Gatti de Urgência e Emergência de Campinas, Marcos Pimenta, da qual o Hospital Ouro Verde faz parte, frisou que o caso de Nicoli Mota foi “grave, muito grave”, e precisa ser destacado como um alerta, principalmente por ela ser bastante jovem. “As pessoas não podem achar que é só gente de idade e com comorbidades que fica doente de Covid-19”, alertou. Ao lado do prefeito, reforçou a necessidade de consciência de toda a comunidade para proteção individual e coletiva.

Precaução

Embora faça parte da equipe da UTI do Hospital Ouro Verde, é provável que a técnica de enfermagem Nicoli Mota tenha se contaminado com o coronavírus fora do ambiente de trabalho. Ela estava afastada das funções por licença médica desde 17 de março e deu entrada no hospital em 7 de abril, o que ressalta a importância do distanciamento social e das medidas de higiene pessoal e coletiva contra a pandemia.

Para proteger os profissionais e barrar a Covid-19, o diretor da Rede Mário Gatti de Urgência e Emergência de Campinas, Marcos Pimenta, afirma que todas as medidas estão sendo tomadas e que não há falta de equipamentos de proteção individual (EPIs). 

Além de garantir acesso ao melhor material possível para todos, também estão sendo enfatizados treinamentos sobre boas práticas no ambiente hospitalar, explica Pimenta, como os cuidados necessários na hora de tirar os paramentos usados durante o atendimento aos pacientes. Ele informa que estudos mostram que, em muitos casos, é no momento de retirar os materiais de proteção que os profissionais se contaminam.

Fonte: Prefeitura de Campinas

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