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Macrodrenagem avança e Prefeitura atualiza cronograma das obras

Revisão incorpora melhorias técnicas no reservatório do Proença e considera desafios operacionais no reservatório Serafim, na Praça da Ópera

Revisão incorpora melhorias técnicas no reservatório do Proença e considera desafios operacionais no reservatório Serafim, na Praça da Ópera

A Prefeitura de Campinas atualizou o cronograma das obras de macrodrenagem do município, nesta quarta-feira, 6 de maio, com destaque para a etapa 1 do plano, que reúne três grandes intervenções voltadas ao controle de cheias na bacia do Ribeirão Anhumas. A gestão das obras é da Secretaria Municipal de Infraestrutura. As informações foram passadas durante visita técnica com veículos de imprensa. 

As mudanças no cronograma refletem a ampliação do escopo e a incorporação de melhorias técnicas aos projetos, garantindo mais eficiência, segurança e durabilidade às estruturas.

As intervenções fazem parte do plano de macrodrenagem para controle de enchentes na região central e visam resolver os alagamentos, especialmente nas avenidas Orosimbo Maia e Princesa D’Oeste.

Reservatórios Proença e Serafim – RP1 e RS1

Reservatório Proença (RP-1)

“Estamos fazendo uma obra adicional de macrodrenagem, com a construção de galerias que vão levar a água da região do Swift, do alto da cidade, para o reservatório. A finalização completa da obra vai depender da finalização desse trecho e teremos um novo prazo de conclusão, de junho de 2026 passa para junho de 2027”, explicou o secretário de Infraestrutura, Carlos José Barreiro, em relação ao reservatório RP1, do Jardim Proença.

O secretário completou que o custo final da obra também teve alteração. A previsão inicial era de R$ 205 milhões e passará para R$ 220 milhões.

Reservatório Serafim (RS-1)

“No caso do reservatório Serafim , o RS1, a situação é um pouco diversa. Tivemos várias interferências e por isso foi necessário alterar o cronograma de obra. O terreno ali era uma região pantanosa no passado. Por isso, houve a necessidade de injeção de cimento nas estruturas do tunel para reforçar a estrutura e assegurar estabilidade, o que não estava previsto inicialmente”, explicou o secretário Barreiro.

O secretário completou que, além da localização do reservatório, o trabalho na alteração da rede elétrica, junto à CPFL, foi feito de forma muito cuidadosa, porque na região há unidades médicas e hospitalares e o Mercadão Municipal, que depende da estrutura da rede elétrica. Outros pontos também impactaram como o desvio do BRT e a movimentação de terra na área da praça.

Por causa desses fatores foi necessário alterar o cronograma de entrega desta obra, que passará de junho de 2027 para março de 2028. No caso deste reservatório não haverá custo adicional.

 


Publicado originalmente em: Prefeitura de Campinas

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