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Prefeitura dá boas-vindas aos calouros indígenas e estrangeiros da Unicamp

Visando dar as boas-vindas aos calouros indígenas e intercambistas estrangeiros que estudarão na Unicamp neste primeiro semestre, a Prefeitura de Campinas realizou na sexta-feira, 22 de fevereiro, visitas guiadas para apresentar aos novos estudantes os principais pontos turísticos da cidade. Fazendo parte da programação da Calourada Unicamp 2019, o projeto “Unicampinas” é promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo em parceria com a universidade.

O objetivo é fazer com que os estudantes se familiarizem com a cidade que escolheram para estudar e conheçam diferentes aspectos históricos, turísticos e ecológicos do município. Além disso, o passeio proporciona uma integração entre os novos alunos da universidade.


Para este primeiro semestre, a Unicamp recebeu cerca de 70 alunos indígenas e 100 intercambistas estrangeiros. O primeiro grupo a conhecer os pontos históricos de Campinas foi composto, no período da manhã, por intercambistas de vários países, como Alemanha, Japão, China, Argentina, Uruguai, Peru, entre outros. À tarde foi a vez dos estudantes aprovados no primeiro vestibular indígena da Unicamp. O roteiro do percurso foi definido pelo Departamento de Turismo da Secretaria em conjunto com a professora Daniela Gatti, da Pró-Reitoria de Graduação da Unicamp.

Além de contemplar as “Sete Maravilhas de Campinas” (Estação Cultura, Catedral Metropolitana, Lagoa do Taquaral, Jockey Club, Mercado Municipal, Escola de Cadetes e Torre do Castelo), o city tour percorreu outros pontos importantes da cidade, como o Centro de Convivência Cultural e a Avenida Francisco Glicério.

Os intercambistas elogiaram bastante a iniciativa do passeio e gostaram de conhecer os pontos mais famosos de Campinas. A principal parada foi na Lagoa do Taquaral, onde a Caravela foi a grande atração. “Achei que a cidade é muito limpa, bonita e grande. São muitos lugares para ficar e conhecer. Gostei muito”, disse o peruano Hever Alcahuaman, de 27 anos, que vai cursar pós-graduação em Engenharia Elétrica. “Estou aqui há uma semana e agora estou tendo a oportunidade de conhecer a cidade. Estou gostando muito de Barão Geraldo. Estou muito feliz porque há muito tempo sonhava em vir para o Brasil”, comemorou a alemã Ilka Horn, que iniciará seu mestrado em Política e Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.

Os indígenas também não esconderam a alegria por participar do city tour e  conhecer um pouco da história dos 244 anos de Campinas. “Fomos muito bem recebidos tanto pela Unicamp como pela cidade. Vejo que meus filhos estão felizes e eles estando eu fico mais ainda. Agora é estudar e se dedicar”, disse Arlindo Alemão Gregório, de nome indígena Curumim, que vai cursar Engenharia Elétrica. Ele veio a Campinas com a esposa e dois filhos. Arlindo é de São Gabriel da Cachoeira, município do Estado do Amazonas de onde veio a maioria dos estudantes indígenas.