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Saúde aplicou mais de 98 mil doses de vacina contra o sarampo em 2019

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta sexta-feira, 6 de dezembro, um informe epidemiológico de sarampo no qual aponta que o município aplicou 98.170 doses de vacina contra a doença este ano.

A vacinação é a medida mais eficaz contra a doença. Por isso, o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) tem intensificado as estratégias de imunização de rotina nos Centros de Saúde, ampliado o rigor das ações de bloqueio e realizado campanhas de vacinação para as faixas etárias mais acometidas. O município também se antecipou e iniciou a dose zero antes mesmo da recomendação do Ministério da Saúde, já no início de agosto.


 

Situação da doença

 

O informe aponta também que foram confirmados 131 casos de sarampo no município este ano. As faixas etárias mais acometidas foram entre os menores de 1 ano (27,5% = 36 casos) e entre as pessoas com idade entre 20 e 34 anos (24,4% = 32 casos). Não houve óbitos relacionados à doença.

 

Em todas as ocorrências foram adotadas as medidas preconizadas, que incluem o afastamento social dos casos suspeitos durante o período de transmissibilidade e a identificação e bloqueio vacinal das pessoas que tiveram contato com os casos suspeitos. O objetivo de tais medidas é interromper a cadeia de transmissão, evitando assim a ocorrência de casos secundários.

 

A Secretaria de Saúde informa que desde setembro tem sido observada tendência de queda no número de novos casos suspeitos notificados.

 

Esquema vacinal

 

A vacina contra o sarampo está disponível em todos os Centros de Saúde de Campinas, de graça. Deve ser realizada a dose zero em crianças de seis meses a 1 ano de idade.

 

Quando completa 1 ano a criança deve tomar a primeira dose do calendário vacinal. Uma dose de reforço deve ser feita aos 15 meses.

 

Quem tem até 29 anos de idade deve ter duas doses da vacina registradas em carteira. Acima de 30 anos, é preciso ter pelo menos 1 dose registrada.

 

Já entre 30 e 59 anos, é preciso ter recebido ao menos uma dose. Pessoas com mais de 60 anos não necessitam ter recebido a vacina, pois potencialmente já tiveram contato com o vírus no passado.

 

Quem não tem registros de dose ou não possui carteira de vacinas deve procurar a unidade de saúde para orientações.