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Segurança Alimentar alerta sobre ultraprocessados e oferece alternativas para adoçamento

Nutricionista e chef conduziram atividades em serviços de acolhimento. A proposta foi mostrar como o consumo de açúcar em excesso pode causar riscos à saúde, como obesidade e diabetes

Nutricionista e chef conduziram atividades em serviços de acolhimento. A proposta foi mostrar como o consumo de açúcar em excesso pode causar riscos à saúde, como obesidade e diabetes

O Setor de Nutrição e Educação Alimentar e Nutricional do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional promoveu, em abril, atividades educativas sobre alimentos ultraprocessados, em serviços de acolhimento de Campinas. A nutricionista Natalya Borges e o chef Matusalém Paracelso conduziram cinco encontros com 25 participantes.
 
As atividades envolveram manipuladores de alimentos e educadores do Centro Municipal de Proteção à Criança e ao Adolescente (CMPCA), adultos acompanhados pela Residência Inclusiva Renascer, além de crianças e mulheres acolhidas no Abrigo Sara M.
 
Durante os encontros, os participantes receberam orientações sobre o consumo de açúcar e os tipos existentes no mercado. A proposta foi apresentar, de forma simples, como o consumo em excesso pode causar riscos à saúde: aumento do sobrepeso, da obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes tipo II.
 
Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os alimentos processados e ultraprocessados podem conter grandes quantidades de açúcares adicionados. Por isso, a orientação é optar por alimentos in natura ou minimamente processados.
 
O açúcar pode aparecer com outros nomes nos rótulos de produtos, como xarope de glicose, frutose, açúcar invertido e maltodextrina. Reconhecer essas variações permite que os consumidores façam escolhas mais conscientes.
 
Alternativas
 
Além das explicações teóricas, as atividades incluíram o preparo prático de um bolo de maçã sem açúcar e a produção de cartazes informativos. A proposta foi demonstrar que existem alternativas para adoçar as preparações e receitas, como o uso de frutas. O objetivo é estimular pequenas mudanças na rotina que podem gerar grandes benefícios à saúde ao longo do tempo.
 
A secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Vandecleya Moro, destacou o significado desse trabalho. “Essas ações mostram que pequenas mudanças na rotina podem gerar grandes benefícios para a saúde. Ao apresentar alternativas como o uso de frutas nas preparações, fortalecemos a autonomia das pessoas acolhidas e das equipes que atuam nesses serviços, sempre com foco na segurança alimentar, na proteção social e na promoção da qualidade de vida”, afirmou.
 
As ações de Educação Alimentar e Nutricional integram a Política de Segurança Alimentar e Nutricional e, em Campinas, são desenvolvidas por equipes intersetoriais e multiprofissionais. 
 
Segundo o departamento, essas iniciativas contribuem para a prevenção e o controle de doenças crônicas não transmissíveis e deficiências nutricionais. Além disso, incentivam a alimentação saudável, a valorização da cultura alimentar, o combate ao desperdício e a sustentabilidade.
 
 
 

 


Publicado originalmente em: Prefeitura de Campinas

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