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Trabalhadores da Mata são orientados sobre prevenção da febre maculosa

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A Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), em parceria com o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da região Norte de Campinas realizou uma abordagem preventiva sobre febre maculosa nesta sexta-feira, 18 de fevereiro, para 30 servidores da Mata de Santa Genebra. Os trabalhadores receberam informações sobre maneiras de reduzir a transmissão, ciclos da doença, prevenção e comportamento para reduzir os riscos.

No encontro desta sexta, a equipe da Zoonose apresentou o resultado de um levantamento realizado em 2021 sobre o carrapato estrela que, quando infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii, transforma-se em transmissor da doença, e que é encontrado em áreas de visitação da Mata. Os monitores também abordaram formas de prevenir a contaminação e ensinaram o que deve ser feito se a pessoa apresentar sintomas, já que a febre maculosa pode levar a óbito muito rapidamente.


A equipe da UVZ fez a palestra e o treinamento utilizando uma abordagem abrangente sobre a questão da doença e destacou a necessidade de algumas medidas de proteção que devem ser adotadas tanto pelos funcionários da instituição quanto pelos visitantes. “Como toda a área verde pode ter carrapato e, portanto, apresentar risco, o encontro foi uma ação importante de parceria para que as orientações fossem transmitidas aos funcionários”, explicou a coordenadora da UVZ, Elen Fagundes.

Os técnicos e biólogos da Mata já realizam um trabalho de orientação aos visitantes. Antes de iniciar as caminhadas no local, é exibido um vídeo curto que explica todos os cuidados que devem ser tomados para evitar o contato com o carrapato. O encontro desta sexta-feira teve o objetivo de ampliar os conhecimentos da equipe.

“Todas as áreas verdes de Campinas estão sujeitas a abrigar o carrapato estrela. Fizemos uma pesquisa no local um tempo atrás e os trabalhadores da Mata solicitaram que fosse feita uma apresentação sobre a febre maculosa. Então nós explicamos um pouco sobre a doença, sobre o ambiente em que ela ocorre e os cuidados necessários ao trabalhar nestas áreas para reduzirmos o risco de transmissão e evitarmos óbitos pela doença”, informou Angela Santiciolli, bióloga da UVZ.

Um exemplo de orientação repassada aos servidores da Mata foi a maneira correta de utilizar a vestimenta de proteção, pensando principalmente nos funcionários que estão constantemente executando as atividades na área.

“Este treinamento realizado pela Zoonose foi muito importante para a Mata de Santa Genebra, para os técnicos e funcionários saberem como evitar o contágio da febre maculosa, e como lidar com possíveis sintomas. A palestra foi ótima e a gente se sente mais capacitado para receber os visitantes e poder orientá-los melhor”, afirmou Laís Santos de Assis, bióloga da Mata de Santa Genebra e designada da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

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